 |
|
 |
|
|
Foco no
trabalho pedagógico em 2009
|
Nova diretora pretende aprimorar
capacitação de funcionárias da creche
|
O
primeiro dia letivo
da creche em 2009, 2 de fevereiro, não foi cheio de novidades
apenas para as crianças matriculadas. Foi, também, o
início de uma nova fase na vida da pedagoga Branca de Oliveira
Fontes. A nova diretora da creche possui especialização
pela PUC-SP, em Clínica Interdisciplinar com o Bebê,
saúde física e psíquica da criança de 0 a 3
anos, e durante cinco anos foi diretora da Creche
Assunção de Nossa Senhora, ligada à
Paróquia Assunção, nos Jardins.
“Sei que tenho muito serviço pela frente, é tudo novo
para mim”, diz Branca. “Na outra creche tínhamos 42
crianças e somente 11 funcionárias, e aqui são 115
crianças e 22 funcionárias, é como se
anteriormente eu tivesse cuidado de uma minicreche.”
Branca dedicará as suas primeiras semanas de trabalho a estudar,
juntamente com a coordenadora Norma Luiza Sebastião, o
planejamento pedagógico apresentado à Prefeitura. Somente
depois disso irá sugerir melhorias a serem feitas no trabalho
realizado junto às crianças, visando melhorar o
nível pedagógico e identificando, em cada
funcionária, o potencial e tarefas em que poderão
trabalhar melhor.
“Minha preocupação é o bem-estar geral das
funcionárias e das crianças, com prioridade para as
crianças”, destaca. Branca acredita que, para que o trabalho da
creche junto às crianças seja bem-sucedido, as
funcionárias precisam ser bem tratadas, com dignidade e
respeito. Além disso, Branca espera oferecer treinamentos e
capacitação a elas, visando uma evolução do
ponto de vista pedagógico.
Católica ligada ao Movimento de Vida Cristã – fundado
pelo peruano Luis Fernando Figari em 1985 e reconhecido pelo papa
João Paulo II como Associação de Direito
Pontifício em 1997 –, mãe de um seminarista, Branca traz
para a nossa creche uma grande espiritualidade, além da sua
experiência profissional. Antes de ser diretora da Creche
Assunção, lecionou para o 1º Grau e para o curso de
Magistério.
Ela já está ciente de que a verba recebida mensalmente da
Prefeitura não é suficiente para cobrir todas as despesas
da creche – na verdade, cobre praticamente apenas a folha de pagamento.
Mas ela sabe, também, que a creche sempre contou com a ajuda de
colaboradores, e que sempre conseguiu manter a qualidade do atendimento
e do ensino oferecidos às crianças. Afinal, a fé
sem obras é uma fé morta. “Vou fazer o possível e
o impossível para continuar e aprimorar esse trabalho”, diz
Branca.
|
|
|
|