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| Obrigado,
Paulo Dadian |
O
exemplo de nosso fundador e inspirador ficará para sempre na
lembrança
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No
útimo dia 17 de julho, a Creche Maria de Nazaré acordou
muito triste.
Logo cedo chegou a notícia de que nosso fundador, Paulo Dadian,
havia
falecido. Como a própria esposa, nossa presidente Ágata
Diva Pucinelli
Dadian, comentou, ele nos pregou mais uma das suas peças – e
acordou
naquela quinta-feira ao lado do Senhor Jesus Cristo.
Paulo não foi somente fundador da creche. Durante os 29 anos de
funcionamento da entidade, ele foi o grande inspirador e incentivador
de todos os que trabalham e colaboraram voluntariamente com a creche.
Tinha um carinho pelas crianças que era fascinante. Além
disso, foi
dele, que era engenheiro civil, o projeto dos prédios que hoje
abrigam
nossas crianças, as soluções dos brinquedos de
alvenaria e todas as
benfeitorias da creche.
Paulo e Ágata
participaram do 30º Encontro de Casais com Cristo, e
desde então passaram a
freqüentar a Paróquia
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Veja também:
>
O artigo do casal Vanor e Cida
Rezende: "Nosso amigo Paulo"
>
O vídeo com a homenagem das
crianças da creche
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São Luís
Gonzaga. Foram 30 anos de convivência na paróquia.
São inúmeros os casais que fizeram o ECC nos anos
seguintes e tiveram a graça de conhecer a história dos
dois. A graça de saber como ele, de família
armênia, e ela, de família italiana, com tantas
diferenças de criação, encontraram-se um no outro
o complemento que faltava para a felicidade do casal. E como eles dois
tiveram a oportunidade de encontrar, na comunidade São
Luís Gonzaga, o verdadeiro Cristo. Para Paulo e Ágata, o
Cristo apresentou-se na forma das crianças da favela São
Remo, no bairro do Butantã.
Desse encontro com Cristo surgiu a inspiração para a
criação da Creche Maria de Nazaré, em 1979. Ao
longo dos anos, Paulo e Ágata exerceram o dom da
doação, da perseverança e da caridade – e
inspiraram a todos os que vieram a colaborar voluntariamente com a
creche.
As crianças da creche gostavam de Paulo porque ele era
carinhoso, brincalhão, solícito e extremamente dedicado.
Para seus “netos” da creche, ele era uma verdadeira
bênção, oferecendo-se por inteiro àqueles
com tão poucas oportunidades na vida. Já com as
crianças da paróquia, tinha sempre uma brincadeira a
fazer, um gesto de carinho a dar. Colocava seu toque pessoal em todos
os detalhes da creche – a cada novo brinquedo, sala, refeitório,
banheiro, encontrava soluções práticas e
criativas, pensando sempre nas crianças.
Paulo incentivava todos a nunca desistir. E é impossível
lembrarmos dele, sem lembrar do lema da creche: “A Fé sem obras
é uma fé morta”.
Muito obrigado por tudo, Paulo.
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